terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

KO

...Convidei-te...
Quando chegas-te a minha casa.
Entraste.
Pois a porta estava encostada.
Qual o espanto, ao reparares que tinha a mesa posta, media luz de um vermelho sensual.
Vermelhas rosas ofereci-te, avia ainda pétalas espalhadas pelo chão.
Exclamas-te!
Preparas-te tudo isto para jantar e ver um filme?
Sem nada dizer,
Servi-te um vinho deliciosamente guardado para um delicioso momento
O filme era Eu que o iria fazer e já estava bem prontinho para começar a seduzir-te.
No momento ficaste sem palavras a olhar para mim.
Mas de seguida nem foram precisas palavras.
Fomos nos despindo ao som da música e a fazer voar a roupa, peguei em ti e atirei-te para a minha cama, continuando a brincadeira.
Vieste bem marota de langery, num tom vermelho sedutor, comecei por dar-lhe o devido aquecimento.
Momentos que nos iam divertindo.
Enfurecido e já a explodir.
Puxei-te para a esquina da cama, desviei a cuequinha e depois um uma boa dúzia de passagens com a língua deixando-te molhada e louca.
E sem dó nem piedade deixo que meu mastro se perca até às profundezas num vai e vem bem ritmado, enquanto largavas gritos de puro tesão.
Sentias que ias chegar à lua.
No calor de tanta tusa rebolamos os dois pela cama,
Trocando de posições e num ritual de puro prazer,
Eis que explodes,
Enquanto me balanceio, lambuzo, sinto o calor do Teu elixir,
E grito, deixa, deixa-me vir, loucamente sobre ti, pois sentir aquela coisa tão boa provocou-te um novo orgasmo.
Como eu gosto de proporcionar-te bons momentos.
Chegas a deixar-me K.O.

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